A nossa segunda atividade consta da elaboração de um texto poético narrando o livro lido. Lembre-se que o gênero textual poema traz versos (rimados ou não) e agrupados em estrofes.
Dica: Reveja o conteúdo Noções de versificação (trabalhado em sala de aula).
Não se esqueçam de postar a atividade devidamente identificada.
Atenção: O prazo é até 18/05/11.
Beijos... Jocilane!!!

24 comentários:
A história de Percy Jackson
Percy é amável
Sua sina é salvar os amigos
E sempre enfrentar seus inimigos
Seu nome é em homenagem a Perseus
Um semideus filho de Zeus
Percy, um meio-sangue filho de Poseidon e Sally Jackson
Sua saga junto com os Olimpianos
Vive cercado de humanos
Que muitas vezes se transformam
Em seres horripilantes
Junto com Anabeth, Luke e seus amigos
Uma noite vão jogar
Jogo chamado de captura das bandeiras
Percy é colocado
Como patrulha das fronteiras
Neste jogo é ferido
Pelos filhos do Deus da Guerra
Mas ao tropeçar e cair
No riacho recobra suas energias
E no final consegue o raio mestre encontrar
Após muitos obstáculos enfrentar
Em paz o Olimpo ficará
E finalmente, seu pai conhecerá.
Ladrão de Raios
Percy Jackson,o garoto como conhecido
Apenas com os seus míseros 12 anos
Sofre de Dislexia e déficit de atenção
E nem imaginava que na vida tinha uma missão
Do novo colégio estavam o expulsando
Pois causara um transtorno numa excursão
Ele sem entender ‘manipula’ água,a joga na colega
E é chamado pela professora Dodds,de iniciação
Mal ele imagina que Dodds era benevolente
Ou seja, um deus dos mortos
E no último instante é salvo por Quíron
E mata a professora num ato com uma espada
Inusitadamente é levado a um lugar misterioso
Chamado um tal de Monte Olimpo
Lugar de Deuses,de mitologia
Onde Percy agora estaria?
Já perto, com seu amigo e sua mãe
é atacado por um grande minotauro
A mãe, coitada. É capturada
E ele foge com seu amigo ao Olimpo
E Percy que de nada entendeu
pediu ajuda a sua nova amiga Annabeth
Filha de Atena,deusa da sabedoria,da serenidade
E ao seu velho amigo,Grover,um sátiro.
Também descobre que é filho de Poseidon
Deus dos mares,da água
Grande rival de Zeus
O Deus dos raios e trovões
Com a ajuda de seus amigos
Tem de recuperar o Raio Mestre
Tem tempo até o final do solstício de Verão
Ou declarar guerra, os deuses irão
Parte numa aventura pela terra
Na qual enfrenta vários monstros
Resgata o Raio, do ladrão Ares
Notório como Deus da Guerra
O entrega de volta ao dono,Zeus
E volta ao Monte Olimpo
Mais precisamente ao acampamento
Onde ele e outros estavam dormindo
E assim sem mais detalhes
O primeiro livro acabou
Percy pronto para uma próxima aventura
Irá atrás de Luke,que quase o matou.
-Baseado no Livro "Ladrão de Raios"
coleção "Percy Jackson e os Olimpianos"
Giovanna Meira,n.13
A história de Carpe diem
Como foi acontecer,
não era de se pensar,
um profissional exemplar
virar assunto popular.
Importante na cultura,
profissionais assim não se deixa escapar.
Mas autoridades não façam isso,
Não deixe passar... passou.
Oh, Deus!
um sonho que se foi, ou outro que se começa,
uma luta para desvendar
o assassinado deixado de lado.
Quem foi capaz
de fazer tal crueldade?
não há motivos para essa banalidade.
Um garoto muito esperto
que tinha um sonho a realizar
juntou os amigos para o crime desvendar.
A caminhada foi longa
com alguns acusados (Boba gato & estrangeiro)
que no final das contas não deram resultados.
Mas, oh Deus!
não pude acreditar
um velho inimigo acaba de ressuscitar
porém não teve coragem
para o estrangeiro teve que pagar.
Serviço caro e sujo
que lhe custou muito
inimigo foragido, estrangeiro repreendido .
A menina que roubava Livros:
Uma família destruída
Uma menininha perdida
Um manual de coveiro
A jovem menininha roubou
Numa Alemanha nazista
num inferno capitalista
vaga a morte sutil
indignada como nunca se viu
A menina, que por três vezes
A morte enganou
mais uma chance de viver encontrou
Porem, a morte a observou
Dois pais de criação
A menina ganhou
A ler e a escrever a menina foi ensinada
E assim o rumo se traçou
Um judeu escondido no porão
Um acordeão quebrado
Um beijo roubado
Sem tempo, quase que desesperado
Um livro perdido e devolvido em tempo
Um bombardeio, um contra-tempo
Palavras, bombas
E... um fato: Você vai morrer
O Médico e o Monstro
Dr. Jekyll era bondoso
Mas um experimento resolveu fazer,
Mrs. Hyde então surgiu
Que mais como um demônio parecia ser.
Sr. Utterson então surgiu
E resolveu investigar,
Vários crimes aconteceram
E Mrs. Hyde ele iria culpar.
Sr. Danvers então morreu
Um crime brutal aconteceu,
Sua criada acabou vendo
E Hyde culpado acabou sendo.
Jekyll protegia Hyde,
Mas ele se suicidou,
Utterson então resolveu investigar
E a verdade ele conquistou.
Jekyll não conseguia mais se controlar
Hyde estava o assumindo,
Então ele resolveu se matar
E Hyde acabou sumindo.
Ana Luiza Santos Rocha Pinto
Harry Potter
e o cálice de fogo
FORMA E APRESENTAÇÃO
583 páginas, 37 capítulos
Uso adulto e pediátrico
Composição:
Cada folha do livro contém:
Magia.........................40%
Ação...........................40%
Realidade....................15%
Romance......................5%
INFORMAÇÕES AO LEITOR
Ação esperada da obra
Harry Potter e o cálice de fogo
é indicado para leitores com
necessidades de diversão,
descontração, relaxamento,
viagem a outras dimensões, etc.
Cuidados de armazenamento
Cuide bem do seu livro,
ele é um tesouro valiosíssimo!
Prazo de Validade
Use-o quando quiser, relembre-o,
repasse-o, grandes obras são
eternas!
Reações adversas
Não tente voar numa vassoura,
nem saia por ai gritando “lumus!”
o leitor pode apresentar vontades
suspeitas, desvirtuando-se da
realidade. Deixe a ficção nas paginas!
TODO LIVRO DEVE SER MANTIDO
AO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Contra-indicações e precauções
A leitura deste livro é contra-indicada
a estudantes preguiçosos, que podem
esquecer de que lápis não são varinhas,
e seus testes não serão resolvidos
com mágica, a biólogos fanáticos
que podem perder toda a credibilidade
tentando conversar com cobras, a empregadas
domésticas de apartamentos em lugares
muito elevados (nunca se sabe o que
elas podem tentar fazer com a vassoura)
INFORMAÇÕES TÉCNICAS
Conhecendo a obra
E no meio de tanto mistério, ficção e magia,
Pôde surgir algo tão lindo,
E um amor tão puro,
E descobertas tão importantes.
Vivendo com os Dursley, Harry, o frágil
Menino abandonado, jamais imaginara
Quem era.
O grande Harry Potter, sobrevivente
Do Lord das trevas, conhecido em todo
O mundo dos bruxos
(mundo esse que jamais imaginara a existência)
E quando o conheceu,
O encanto lhe tomou o corpo,
A mente,
O coração.
Desde o primeiro momento,
Harry amara o que vira, e sentira,
Naquele mundo, onde não seria mais
Maltratado, e sim amado, respeitado.
Rony e Hermione logo entraram
Em sua vida, e com eles, Harry cresceu,
Dividiram emoções, sentimentos.
Rony, logo se viu amando Hermione,
E Harry, pôde ter contato com o mesmo sentimento.
Mas tudo não era tão maravilhoso,
Harry vivia a sombra de uma ameaça
Constante, a vingança de Voldemort.
E o Lord volta com seus súditos,
E confronta Harry, um garoto com
Poderes inenarráveis, que
Se vê aplaudido por todos.
Reações adversas
Não leia Harry Potter e o cálice
de fogo antes de se deitar!
Voldemort pode te perseguir
durante toda a noite!
Posologia
Doses individuais ou coletivas
durante o tempo que quiser.
Produzido por:
J. K. Rowling FARMA Laboratórios LTDA.
Raiane Santos Lima
A menina que roubava livros
Apresentando a Alemanha nazista,
Uma mulher e seus dois filhos,
A serem entregues aos pais adotivos,
A morte como narradora,
Uma tragédia e o primeiro de três encontros.
O primeiro logo surgiu
Com a morte de Werner Meminger,
Na estação de trem, o roubo emergiu
E um livro preto de letras prateadas
Pertencia agora a Liesel Meminger.
A morte se supera
Do luto as cores,
A carregar cadáveres
E “viver” das sombras os sabores.
Ao encontro da nova família,
Sozinha ela se foi,
Conheceu Rosa e Hans Hubberman,
Vivendo em Molching na Rua Himmel,
Então ela se criou.
Dos estudos ela iniciou,
Dos novos vizinhos ela se acostumou,
Conheceu Rudy Steiner,
Seu novo amigo que muito se encantou.
De seu fiel e adorável amigo
De muitas e muitas aventuras,
Ele esperava então um beijo
De sua companheira de travessuras.
Muitos pesadelos
E Hans sempre ao seu lado,
Tocava acordeão,
Enrolava cigarros.
Rosa sempre resmungona,
Mas era apenas seu jeito de ser,
Tinha de certo uma arte,
A arte de chamá-la de Saumensch.
Com o primeiro livro,
Hans ensinou-a a ler,
“O Manual do Coveiro”,
Grande recordação simbolizou.
Os Hubberman acolheram um judeu,
Para então ajudá-lo,
Devido a uma antiga promessa
Feita por Hans a mãe de Max,
Max Vandenburg, o judeu.
De muitos livros que ela roubou,
Muitos foram da biblioteca do prefeito,
De certo com a ajuda da 1ª dama,
Ilsa Hermann que tanto te aborrecia,
Mas ao ponto de perceber
Que realmente era sua amiga.
Muita coisa aconteceu,
E o segundo encontro também,
Mas o pior esteve por vir,
Começou então os ataques,
Os bombardeios a interferir.
Correria, gritaria,
Rumo aos abrigos,
Liesel tranquilizava a si mesmo
E aos outros
Com sua leitura no porão dos Fiedler.
Certa vez,
As sirenes se atrasaram,
Os ataques novamente começaram
E a vida de todos entrou em jogo.
A menina que roubava livros,
Sozinha no porão de sua casa,
Escrevia a sua vida,
Enquanto em cima tudo se acabava.
Diante das tragédias,
Ela se salvou,
Mas ao choque emocional
Ela se esbarrou.
Gritava o nome de seu pai,
Linda menina pisoteada pelas lágrimas,
Perseguida pelas lástimas,
Rodeada de cadáveres.
Eis o terceiro encontro,
Avistou os cabelos da cor dos limões,
Desabou junto aos seus sentimentos,
Deixou cair seu livro preto
E em direção a Rudy ela se foi.
Agarrou, sacudiu, declarou-se,
Mas já era tarde demais,
Lascou-lhe um beijo
Com suavidade e verdade,
Saiu com a incapacidade de dizer adeus.
Sentou-se ao lado de seu pai e sua mãe,
Lembrou-se de quando os conheceu,
Sacudia-os, implorava-os a volta,
Enfim, o adeus.
A morte apanhou o livro
Que estava no caminhão de lixo,
Levou consigo
Para então ser entregue a dona
No devido momento.
Liesel viveu com Ilsa Hermann,
Encontrou com Alex Steiner
E em seguida,
Reencontrou seu velho amigo judeu.
Depois de muito tempo,
Ao encontro da morte ela se foi,
Recebeu em suas mãos o seu livro,
Mesmo não acreditando naquilo.
Então a morte tirou a conclusão,
A única verdade que sabia,
Disse a Liesel e a mim:
“Os seres humanos me assombram”.
O Médico e O Monstro
Às vezes as pessoas tem dupla personalidade,
Personalidade na qual se pode ser
muita coisa.Ser bom ou ruim,
qualidade ou castigo de Deus.
E se nós pudermos mudar, ou melhor
Separarmos de alguma forma, os dois lados
Que habitam em nós?
Tomar uma substância química
Como o mundo seria e como reagiríamos?
Seria bom como um ato de solidariedade
como um médico
ou ruim como um
ato de violência, como um monstro.
Seria como fazer o inverso de tal forma
Como decepcionar as pessoas que gostamos
E fazer uma coisa boa para quem não gostamos
Como entrar para a máfia.
Mas uma coisa é certa
Não tem nada melhor do que sermos nós mesmos
tentando suplantar o mal com o bem
para fazermos coisa boas.
Harry Poter e o Cálice de fogo
Suando frio e com muitos pesadelos
A cabeça do pobre Harry está toda conturbada
Não para de sonhar com seu pior rival
E terá que voltar à sua escola amada
Mais um ano na escola de magia de Hogwarts
Está prestes a começar
E com seus amigos ele irá passar
As melhores aventuras que encontrar
Todos estão super empolgados como o torneio de Quadribol
Mas uma coisa irá acontecer
E o torneio desaparecer
Porém outra competição está prestes a ocorrer
Venham, venham! Façam suas apostas
O torneio tribruxo irá começar
E para quem conquistar
A gloria eterna terá
Irão participar desse torneio só os 3 melhores
Que serão escolhidos pelo Cálice de fogo
Porém misteriosamente o nome de Harry saiu
Causando enorme alvoroço
As provas do campeonato começaram,
Harry logo foi para a final
Porém não foi o único
Disputando a taça com outro de igual para igual
Harry pensou
Com seu companheiro então ganhar,
Ambos tocaram a taça
E puseram a se teletransportar ,
Horgwarts a um cemitério
Voldemort está a esperar
Para um feitiço realizar
E seu corpo físico voltar
Lutando no cemitério
Voldemort e Harry voltaram a se encontrar
Mesmo não acabando com o mistério
Voldemort ansiava vingança,
Harry queria se salvar,
E novas aventuras ele irá aguardar.
Fernanda Meira
A menina que roubava livros
Em uma distante e decadente mansão
Onde nada é o que parece
Vivem dois unidos irmãos.
Florence e seu irmão Giles
Vivem em uma rotina tediosa
Até que em um belo dia
Eles encontram uma biblioteca misteriosa.
A biblioteca proibida mudou a sua vida
Lá se encontravam livros maravilhosos
Florence sozinha aprendeu a decifrá-los
E descobriu a beleza do mundo literário.
O tempo passou e uma jovem preceptora chegou
Mas logo se foi em um acidente no lago
Quando a outra preceptora veio
Florence logo a estranhou.
Acontecimentos estranhos começam a acontecer
Despertando em Florence um medo sobrenatural
Afinal, quem seria de fato aquela mulher
Que queria o seu irmão roubar?
Mas com a ajuda de Theo
Florence consegue se livrar
Da preceptora com olhar de cobra
Que tinha a intenção de se vingar.
Livre daquele fantasma
Florence e Giles estavam salvos
Em seu esconderijo pessoal
Ela estava protegida de todo mal.
Jefferson Silva
O médico e o monstro
Um médico conceituado,
Vem se comportando de maneira estranha,
Chamando a atenção de amigos.
Cada vez mais isolado,
Ele preocupa seu amigo e advogado
Com um testamento intrigante.
Enquanto isso
Um sujeito curioso e de atitudes estranhas
Assusta toda a cidade.
O caso fica mais complicado,
Com vários crimes que acontecem.
As suspeitas recaem sobre Mrs. Hide.
Mrs. Hide é visto entrando na casa do médico,
E carrega um cheque em nome dele;
O caso fica mais intrigante.
Temendo a vida de seu amigo,
O advogado decide tirar essa história a limpo,
E vai à casa do médico, em busca de explicações.
O médico então,
Assume que ele e Mrs. Hide são um só,
Terrível resultado de uma experiência.
Ao tomar a fórmula,
O médico se dividira em dois,
Uma personalidade amável e a outra má.
Cada vez mais fraco,
O médico não conseguiu mais lutar,
E teme por sua própria morte.
Carol Thamires
A menina que roubava livros
Romances eu imaginava
Histórias que lia e descrevia
Com a sutileza da sua beleza.
Menina triste que foi abandonada,
Mas com alegria foi adotada
Triste e desencantada
Mas muito fascinada.
Manual do coveiro
Roubou este livro primeiro
Sonho de menina
Livro que provocava
Curiosidade, medo e emoção
Seu pai bondoso e amado
Tocando tão inspirado
Dá sentido a sua nova existência
E faz a menina lutar
Com muita benevolência
Marla Poliana Correia Marcelino
A menina que não sabia ler
Um tempo difícil
Uma menina atrás de seu sonho
Sua liberdade de conhecimento trancada
Impedida de visitar a biblioteca.
Florence uma menina que não desistia fácil
Seu alvo era adentrar na biblioteca
E assim desfrutar de várias historias abandonadas
Mesmo proibida de ler, ela tenta de todas as formas aprender .
Buscando ali, absorvendo novas palavras aqui
Florence consegue conhecer o vasto mundo da leitura.
De forma bem criativa consegue conhecer a antiga biblioteca
Ali, onde junto com seu irmão, se agraciam com os livros.
Seus irmão cresce, e o seu tio e responsável pelos dois
Ele obriga Giles a ir para escola
Florence fica desconsolada com a perda do seu grande companheiro
Mas suas tarde agora eram ocupada pela biblioteca e seu grande amigo Theo .
Após um tempo, Giles volta para casa, fazendo a alegria de todos
Uma nova perceptora aparece , para a infelicidade de muitos
A pobre perceptora não teve tanta sorte assim
Na lagoa dos fundos , ali foi seu fim .
A substituta Taylor, muito suspeita
Coloca-se no lugar da antiga perceptora
Para complicar a vida de Florence
Tramando assim fugir com Giles.
Florence ao perceber o verdadeiro plano da assustadora Taylor
Pede ajuda para seu grande amigo Theo , para assim desmascarar Taylor
Taylor muito esperta começa a infernizar toda a casa
Quase matando a Sr. Grouse.
Mas Florence não desiste ,
Muito corajosa ela junto com Theo , impede a fuga de Taylor com Giles
No final Theo tem uma morte digna , selada com os lábios de Florence
Taylor some da vida de todos , assim trazendo paz novamente para casa.
Laiane
A menina que roubava livros
Menina inocente
Sem dom
Sem família
Largada pela sua mãe
Nada temia
Seu pai adorava ler histórias
Para distrai-la
Sabia o quanto sofria
Mas nada fazia
Sua mãe
Uma ignorante
Só sabia maltratá-la
Lavava roupa todo dia
E não sabia
O quanto Liesel sofria.
Pessoa bondosa
Que roubava livros
Só queria ser alguém na vida.
Raiane Santos Lima - 1º ano EM
A menina que roubava livros
Apresentando a Alemanha nazista,
Uma mulher e seus dois filhos,
A serem entregues aos pais adotivos,
A morte como narradora,
Uma tragédia e o primeiro de três encontros.
O primeiro logo surgiu
Com a morte de Werner Meminger,
Na estação de trem, o roubo emergiu
E um livro preto de letras prateadas
Pertencia agora a Liesel Meminger.
A morte se supera
Do luto as cores,
A carregar cadáveres
E “viver” das sombras os sabores.
Ao encontro da nova família,
Sozinha ela se foi,
Conheceu Rosa e Hans Hubberman,
Vivendo em Molching na Rua Himmel,
Então ela se criou.
Dos estudos ela iniciou,
Dos novos vizinhos ela se acostumou,
Conheceu Rudy Steiner,
Seu novo amigo que muito se encantou.
De seu fiel e adorável amigo
De muitas e muitas aventuras,
Ele esperava então um beijo
De sua companheira de travessuras.
Muitos pesadelos
E Hans sempre ao seu lado,
Tocava acordeão,
Enrolava cigarros.
Rosa sempre resmungona,
Mas era apenas seu jeito de ser,
Tinha de certo uma arte,
A arte de chamá-la de Saumensch.
Com o primeiro livro,
Hans ensinou-a a ler,
“O Manual do Coveiro”,
Grande recordação simbolizou.
Os Hubberman acolheram um judeu,
Para então ajudá-lo,
Devido a uma antiga promessa
Feita por Hans a mãe de Max,
Max Vandenburg, o judeu.
De muitos livros que ela roubou,
Muitos foram da biblioteca do prefeito,
De certo com a ajuda da 1ª dama,
Ilsa Hermann que tanto te aborrecia,
Mas ao ponto de perceber
Que realmente era sua amiga.
Muita coisa aconteceu,
E o segundo encontro também,
Mas o pior esteve por vir,
Começou então os ataques,
Os bombardeios a interferir.
Correria, gritaria,
Rumo aos abrigos,
Liesel tranquilizava a si mesmo
E aos outros
Com sua leitura no porão dos Fiedler.
Certa vez,
As sirenes se atrasaram,
Os ataques novamente começaram
E a vida de todos entrou em jogo.
A menina que roubava livros,
Sozinha no porão de sua casa,
Escrevia a sua vida,
Enquanto em cima tudo se acabava.
Diante das tragédias,
Ela se salvou,
Mas ao choque emocional
Ela se esbarrou.
Gritava o nome de seu pai,
Linda menina pisoteada pelas lágrimas,
Perseguida pelas lástimas,
Rodeada de cadáveres.
Eis o terceiro encontro,
Avistou os cabelos da cor dos limões,
Desabou junto aos seus sentimentos,
Deixou cair seu livro preto
E em direção a Rudy ela se foi.
Agarrou, sacudiu, declarou-se,
Mas já era tarde demais,
Lascou-lhe um beijo
Com suavidade e verdade,
Saiu com a incapacidade de dizer adeus.
Sentou-se ao lado de seu pai e sua mãe,
Lembrou-se de quando os conheceu,
Sacudia-os, implorava-os a volta,
Enfim, o adeus.
A morte apanhou o livro
Que estava no caminhão de lixo,
Levou consigo
Para então ser entregue a dona
No devido momento.
Liesel viveu com Ilsa Hermann,
Encontrou com Alex Steiner
E em seguida,
Reencontrou seu velho amigo judeu.
Depois de muito tempo,
Ao encontro da morte ela se foi,
Recebeu em suas mãos o seu livro,
Mesmo não acreditando naquilo.
Então a morte tirou a conclusão,
A única verdade que sabia,
Disse a Liesel e a mim:
“Os seres humanos me assombram”.
A Menina que Roubava Livros
Liesel Meninger não sabia
o que ia acontecer
Sentindo vazia
Vendo a morte aparecer.
Na viagem de trem
Sua vida desmoronou
Com a ideia do seu bem
A tristeza chegou.
Deixada com um casal
A menininha entristeceu
Sabia que aquilo era real
Com calma permaneceu.
O primeiro desafio
Se propôs a fazer
Pegando o que não era seu
Um livro começou a ler.
Outras oportunidades surgindo
Para então facilitar
A sua busca incessante
Para outros livros roubar.
A Alemanha se transformando
Os anos se passando
A menininha com os livros
Só com eles se ocupando.
A morte tendo trabalho
A menina surgindo em frente
Passando por atalho
Parando num de repente.
A sede de conhecimento
Nos livros raciaria
As palavras de alento
Em sua vida aplicaria.
Um homem amável e decidido
Em sua vida fez parte
Para sempre será lembrado
Era corajoso
E não covarde.
O amigo judeu
No porão morava
Atenção que tinha
Era Liesel que dava.
Em suas visões derradeiras
Filhos, netos e marido
Como lanternas verdadeiras
Hans, Rosa, seu irmão
E o menino querido.
Caroline de Cássia
A menina que Roubava Livros
Liesel Meninger não sabia
O que ia acontecer
Sentindo vazia
Vendo a morte aparecer.
Na viagem de trem
Sua vida desmoronou
Com a idéia do seu bem
A tristeza então chegou.
Deixada com um casal
A menininha entristeceu
Sabia que aquilo era real
Com calma permaneceu.
O primeiro desafio
Se propôs a fazer
Pegando o que não era seu
Um livro começou a ler.
Outras oportunidades surgindo
Para então facilitar.
A sua busca incessante
Para outros livros roubar.
A Alemanha se transformando
Os anos se passando
A menininha com os livros
Só com eles se ocupando.
A morte tendo trabalho
A menina surgindo em frente
Passando por atalho
Parando num de repente.
A sede de conhecimento
Nos livros raciaria
As palavras de alento
Em sua vida aplicaria.
Um homem amável e decidido
Em sua vida fez parte
Para sempre será lembrado
Era corajoso
E não covarde.
O amigo judeu
No porão morava
Atenção que tinha
Era Liesel que dava.
Em suas visões derradeiras
Filhos, netos e marido
Como lanternas verdadeiras
Hans, Rosa, seu irmão
E o menino querido.
Valéria Assis
A menina que não sabia ler
A menina que não sabia ler
É uma história de amadurecer
O nome dela é Florence
Do seu irmão Giles
La não poderia estudar
Foi criada pelo tio
E pela governanta
Seu irmão foi embora
E ela descobriu
Onde se consolar
Pela falta do irmão
Ela não sabia ler
Mas queria aprender
E foi vendo as pessoas conversando
Que começou a entender
Todos os mistérios
Ela vai descobrindo
Todos os mistérios
Que aquela mansão
E seu tio escondem
Ela vai atrás de todos
Através do livro e sua leitura.
Maxuel
O ladrão de raios
Como escrever um poema sobre outra pessoa?
Como conhecer seus sentimentos,
Se não for através de sua história?
Estamos falando de Percy Jackson
Um garoto que teve seus sonhos: ser normal
E os maiores pesadelos vividos:
Sem pai,
Sem escola,
Com transtorno,
Mas com vida.
Um garoto como eu e você,
Mas ainda assim diferente
E a diferença era ele,
Pois Percy desconhecia
Sua capacidade e seus poderes.
Um deus ou um humano?
Um filho de Poseidon.
Ele de nada entendia,
Recorrendo aos amigos
Que explicação teriam
Para essa magia?
Não foi ele que escolheu,
A vida lhe reservou esta aventura:
A mãe terá que ser salva
Vários monstros
Ele terá que enfrentar
Para o raio resgatar,
E a Zeus entregar...
Ele, um humano
Um adolescente de 12 anos
Um ser normal
Como qualquer outro.
A diferença é que descobriu
A magia que estava dentro de si.
Gleidson
A dança
Para cuidar de seu tesouro
O Rei Nabussan procura um tesoureiro
Mas teme não encontrar
Uma pessoa honesta
O rei perguntou a um homem
Considerado sábio
O que fazer achar uma
Pessoa digna de confiança
A resposta foi óbvia para o sábio
Uma festa com uma dança
Mas sem os convidados saberem
Que haveria uma dança
O sábio disse que o que melhor dançasse
Seria o escolhido para o cargo
O rei mesmo com uma desconfiança
Aceitou e assim fez a festa
Foram convidados
Sessenta e quatro pessoas
Que passaram por uma sala escura
Para acessar o salão da festa
O rei ordenou que dançassem
Mas para desgosto
Sessenta e três dançavam pesadas
Com os bolsos cheios de ouro
Da sala escura
O rei abraçou a única pessoa
Que dançava livre e leve
E a nomeou tesoureiro real
Com muito desgosto
Por ter sido roubado
O rei ordenou uma punição
Para os sessenta e três convidados
Desonestos.
Gleidson
A dança
Para cuidar de seu tesouro
O Rei Nabussan procura um tesoureiro
Mas teme não encontrar
Uma pessoa honesta
O rei perguntou a um homem
Considerado sábio
O que fazer achar uma
Pessoa digna de confiança
A resposta foi óbvia para o sábio
Uma festa com uma dança
Mas sem os convidados saberem
Que haveria uma dança
O sábio disse que o que melhor dançasse
Seria o escolhido para o cargo
O rei mesmo com uma desconfiança
Aceitou e assim fez a festa
Foram convidados
Sessenta e quatro pessoas
Que passaram por uma sala escura
Para acessar o salão da festa
O rei ordenou que dançassem
Mas para desgosto
Sessenta e três dançavam pesadas
Com os bolsos cheios de ouro
Da sala escura
O rei abraçou a única pessoa
Que dançava livre e leve
E a nomeou tesoureiro real
Com muito desgosto
Por ter sido roubado
O rei ordenou uma punição
Para os sessenta e três convidados
Desonestos.
Eduardo
Alemanha Nazista
O pior sempre à vista
Uma família se despedaçou
E um manual de coveiro Liesel furtou
Numa outra família a menina estava
Sua nova mãe sempre gritava
Seu novo pai a muito amava
E pouco a pouco ela se adaptava
A ler e escrever foi ensinada
Por seu pai que tanto amava
Todo dia, na madrugada
O manual roubado ela espiava
Ao aniversário de Hitler ela se encaminhou
Novos amigos ela encontrou
E agora, porém não muito tardou
Da fogueira outro livro ela “resgatou”
Perigo em casa, no porão
O que será que está no breu?
Monstros, soldados, bicho papão?
Pior do que isso: um judeu.
Aluno: Luís Eduardo de Assis Rizério
18 de maio de 2011 02:45
Igor Caires
A menina que não sabia ler
Assim se sentindo como uma
Menina triste e sozinha
Que não sabe o que quer da vida
Roubava os sentimentos das outras
Pessoas e guardava em livros
Negros e mofados
Mas na verdade ela encontrou
Um motivo para todas as palavras tristes
Que escreve morte, tristeza e lágrimas
Três palavras que sempre andam juntas
Às vezes combinadas
Ou que fazem parte de todas.
18 de maio de 2011 15:47
Ciro Azevedo
Os Miseráveis
Jean Valjean um homem pobre
Mas de espírito nobre
Tivera uma vida complicada
De difíceis momentos
E uma longa jornada
Perdeu seus pais ainda criança
Fora criado pela Irmã
Que nunca perdeu a esperança
Mesmo com sete filhos para criar
Sempre tentou lhe ajudar
Num certo inverno ele não consegue emprego
Desesperado resolve roubar um pão
E por uma injusta condenação
É submetido a 5 anos de prisão
E por muitas tentativas de fuga
É acrescentado mais quatorze anos de luta
Começa a refletir sobre seu ato
E ao perceber a injusta condenação sofrida
Resolve se vingar da sociedade
E expulso de todos os lugares é em seguida
Depois de muita procura
Só encontrou o bispo de Digne a lhe aceitar
E mesmo com a ajuda não foi de se confiar
Finalmente resolve se vingar
E ao ver os talheres de prata resolve os roubar
Depois do ato surpreendente do bispo
É tomado por sua bondade
E refletindo sobre os seus atos
Resolve se tornar uma pessoa de honestidade
Agora conhecido como Madeleine
Torna-se o prefeito de Montreuil sur Mer
Prefeito caridoso e de bom coração
Que mais tarde iria cair em ascensão.
18/05/2011
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