terça-feira, 9 de agosto de 2011

Quinta Atividade do Projeto


Esta é a nossa quinta atividade do projeto Colecionando Leituras. Desta vez, vocês deverão elaborar uma carta ao autor do livro. Nesta você pode fazer algumas críticas ou sugestões ao autor, opinar, questionar, manifestar algumas impressões a respeito da linguagem como também as suas expectativas quanto ao desfecho da narrativa. Utilize as características de uma carta pessoal, tais como: Local, data, vocativo, despedida.
Seja criativo e mãos à obra!

Beijos,
Jocilane

13 comentários:

CEMNAS LEITURA disse...

Brumado, 14 de agosto de 2011.

Caro John Harding,

Estive lendo uma de suas recentes obras, "A menina que não sabia ler". Foi um dos melhores livros que já li em minha vida, pois ele "prende" o leitor, fazendo-o focar em sua leitura. A trama é muito bem estruturada e interessante. Para mim,é como uma moral de vida, pois Florence, a protagonista, com apenas doze anos se torna autodidata e aprende a ler com o irmão quando descobre o seu verdadeiro mundo, escondido na mansão onde vive:a biblioteca.Creio que seja um ótimo incentivo para os leitores de seu livro. Acho muito difícil e ruim a vida de uma garota órfã que vive com o irmão, sendo criada pela senhora Grouse e foi desprezada pelo seu tio, quem a proibiu de ler. Vivendo numa mansão sóbria, onde acha que vivem fantasmas, a senhora Grouse morre e a senhorita Taylor surge em seu lugar.Florence via em Taylor algo sombrio,como se ela fosse todos os seus medos e como se ela fosse "roubar" seu irmão Giles.
O livro me provocou varias sensações, gostei muito. A cada momento que lia as páginas do livro, mais eu queria lê-lo. Gostaria que houvesse mais livros com esta mesma trama, achei bem criativo de sua parte, até porque gosto muito de histórias que envolvam um pouquinho de terror. Não tenho o que pôr defeitos.Adorei a sua obra.

Atenciosamente,

Giovanna

CEMNAS LEITURA disse...

Brumado, 10 de agosto de 2011.

Olá, Senhor Markus Zusak!

Como estás? Espero que estejas bem. Estou escrevendo esta carta para parabenizá-lo pelo seu mais novo trabalho: A menina que roubava livros.
O livro é muito interessante. A narrativa se passa no período do Nazismo e desperta nos leitores sentimentos como: alegria, tristeza, conforto moral e até revolta. A maneira como o senhor usou palavras suaves para demonstrar a revolta, o sofrimento do povo foi emocionante.
Uma coisa exótica que aparece em seu livro é o fato da morte narrar toda a história, e até demonstrar em algumas partes que a ela também pode ter sentimentos, algumas vezes pode até ter piedade. A simplicidade das palavras, os fatos relacionados com a morte tornam o livro cada vez mais interessante.
O sofrimento de Liesel, a sua adaptação a uma nova família, a relação com os amigos, as estratégias para roubar cada livro, tudo isso deixa a história mais emocionante.
Bastante admirável, senhor, foi a sua ousadia em retratar algumas coisas do período nazista como o preconceito e a rigidez do regime. Tudo muito bem colocado, muito bem retratado, sem máscaras.
Parabéns por esse livro e pelo sucesso que ele vem alcançando.

Abraços,
Marla Poliana

CEMNAS LEITURA disse...

Brumado, 17 de agosto de 2011.

Caro autor,

Estou encantada e surpresa com o que acabo de ler. O seu livro O ladrão de raios é maravilhoso, e possui um incrível “gostinho de quero mais”. Não vejo a hora de ler as suas próximas obras da série Percy Jackson e os Olimpianos. Achei de extremo bom gosto a harmoniosa mistura de grandes aventuras com laçadas de mitologia grega. Simplesmente adorável para uma amante de deuses, ninfas e heróis como eu.
Não tenho críticas a fazer, pois hoje me considero fã “número 1” da série e recomendo-a a todos os amantes de bons livros. Esta até mesmo modificou minha vida, acredite! Estou aprendendo a língua grega, συγγραφέας. É uma língua adorável, que nos deu grande herança, e estou adorando conviver com ela!
Espero que continue com este talento, para que possamos nos deliciar em obras como essas por muito mais tempo. Que sua literatura possa ser reconhecida, dando-lhe seu merecido sucesso, mas, que o mesmo não o coloque em um pedestal inalcançável, pois o convívio, e até mesmo a vida, são, até hoje, inspirações para grandes obras!

Αγκαλιές,
AL.

CEMNAS LEITURA disse...

Brumado, 17 de agosto de 2011.

Querido John Harding,
Aqui estou elaborando esta carta para lhe passar as minhas impressões sobre o seu livro “A menina que não sabia ler”.
Tenho muito que elogiá-lo, pois sua obra dá ênfase ao mundo literário. Uma história incrível de uma menina apaixonada pelos livros e o seu poder da imaginação. E que imaginação... Queria ao menos uma vez estar no lugar de Florence, na biblioteca, rodeada de prateleiras bem grandes, cheias de livros. Aliás, no imenso tesouro de palavras, localizado numa mansão sombria e repleta de mistérios.
A trama é bastante criativa. Achei bem interessante a vida de Florence, pois mesmo ela sendo órfã, sempre dedicou parte do seu tempo aos seus livros e ao seu querido irmão. Ela entra no universo dos livros, onde conseguiu conquistar sozinha os seus conhecimentos, abrindo as portas do mundo imaginário; muito me impressionei com isso. Não só com isso, mas também com a sua imensa coragem para defender seu irmão e o mundo literário, pois sabemos realmente do que ela é capaz.
Então, termino aqui e quero apenas lhe dizer que mergulhei fundo nessa fantástica história, cheia de suspense e que não tenho críticas a fazer, e sim parabenizá-lo pela curiosa narrativa, de uma linguagem bem rica.
Mas eis a pergunta: Como separar o que é real do que é invenção? Basta dar asas à imaginação.
Atenciosamente,
Raiane

CEMNAS LEITURA disse...

Brumado, 18 de agosto de 2011.

Sr. Samir Thomaz,
Venho por meio desta carta lhe falar um pouco sobre a minha visão a respeito do livro Carpe Diem, o crime bate à porta. Bom, o livro em si é muito legal, bem criativo, intrigante e com bastante suspense. É um tipo de livro que “prende” o leitor, o faz querer desvendar os mistérios, aventurar-se junto com os personagens e o melhor de tudo, imaginar.
Adorei o personagem Eurico, ele é bem articulado, astuto, criativo e acima de tudo muito inteligente, pois pôde desvendar um grande mistério só com a ajuda de alguns amigos. Nossa, e falando nos amigos de Eurico, que amigos hein? Foram muito bacanas com ele, ajudaram em todas as situações, se arriscaram, e, no entanto chegaram aos seus objetivos com muita garra, determinação, e sempre unidos.
Entretanto, vejo sobre alguns pontos negativos. Não gostei muito da morte do escritor Bóris Mariano, talvez tenha sido muito cedo, logo no começo da história, e eu queria tê-lo conhecido melhor, lido mais diálogos desse personagem. Mas foi inevitável a recente morte dele, só assim a história faria sentido. Também não gostei muito da parte antes do final, achei que houve certa “enrolação” das situações, sem chegar logo ao fim e pronto. Primeiro a turma de Eurico descobriu onde Fred, o homenzinho que matou o escritor Bóris Mariano morava, depois ficou naquele corre corre de bandido, e depois Fred fez Eurico de refém, e ainda teve mais algumas situações até tudo ficar bem. Talvez eu esteja equivocada nesse pensamento, mas realmente achei que houve essa enrolação. E a última coisa que não gostei, foi o fato de Eurico não ficar com Marina, e sim com Maria do Socorro, a sobrinha de sua professora. Na verdade, eu esperava que ele ficasse com Marina, mas com o desenrolar da história, percebi que ela não o merecia então ficou com outro menino.
Por fim, gostaria de dizer que o senhor fez um belíssimo trabalho escrevendo este maravilhoso livro,pois me diverti bastante lendo. Esse é o papel de um grande escritor,fazer com que seus leitores se divirtam,imaginem e sonhem com suas histórias. E o senhor fez isso maravilhosamente bem. Parabéns. Muito obrigada pela atenção.
Um abraço,
Natália Madureira

CEMNAS LEITURA disse...

Brumado, 18 de agosto de 2011.

Caro Sr. Robert Louis Stevenson,

Sua obra é fantástica! Fiquei admirada quando a li. È uma história encantadora que mescla suspense com a eterna batalha entre o bem e o mal, presente no próprio homem. Fiquei presa a essa narrativa, sempre querendo ler mais, pois ela mantém uma atmosfera assustadora durante todo o enredo, o que me fez gostar ainda mais da história.
É incrível como o senhor conseguiu descrever tão bem, pelas teorias do Dr. Jekyll o ser humano e sua personalidade, alegando que todos nós possuímos duas naturezas: uma é boa, calma, digna de admiração, que preza o amor; a outra é má, aquela que é agressiva preza a violência. Conseguimos conviver bem quando equilibramos essas duas personalidades.
Não tenho do que reclamar, seu livro é realmente muito bom. Só tenho a agradecer o senhor por ter escrito um obra como essa, e por eu ter tido a oportunidade de lê-la. Obrigada!
Atenciosamente,
Fernanda Matias

CEMNAS LEITURA disse...

Brumado, 16 de agosto de 2011.

Sr.John Harding,

Li um de seus livros mais recomendados: A menina que não sabia ler, uma história que me fez lembrar muito um romance super famoso chamado Dom Casmurro de Machado de Assis. Tal lembrança se deve , talvez ,ao fato de nós não sabermos se tudo aquilo é fruto da imaginação da menina ,que está sendo influenciada pela magia dos livros como Hamlet, que ela confessa adorar muito ,ou se é realidade, fazendo cada um ter uma interpretação do livro.
Achei que o desenrolar da história foge do título do livro. No meu interpretar a senhorita Taylor é mãe de Giles, e foi justamente por ela que o tio de Florence não autorizava nenhuma menina aprender a ler, pois para mim Taylor era o amor do Tio de Florence, que o deixou depois que se encantou pelo mundo da leitura, e para mim ela se apaixonou pelo pai de Florence e é a mãe de Giles. Algumas coisas não me agradaram justamente pelo fato de Theo amá-la, ajudá-la o romance todo e ela tão perturbada pelo mundo literário matá-lo ,matar a senhorita Taylor e depois fingiu que não sabia de nada como se fosse um psicopata.
Então, como deu pra perceber não gostei do livro e não recomendaria para ninguém. Sugiro que você crie títulos que não fuja tanto com o enredo, e histórias mais concretas do que essa que é muito sem sentido.
Atenciosamente,
Victória Guimarães

CEMNAS LEITURA disse...

Brumado, 19 de Agosto de 2011.

Querido Autor,

Estive lendo uma de suas obras '' A menina que não sabia ler '' e me encantei com o relato feito sobre a história de Florence.
O unico ponto negativo é que o inicio do livro, e algumas partes são muito paradas e cansativas, mas, isso é compensado pelo suspense.
Sugiro que tente colocar alguns pontos ''modernos'' na narrativa, pois é uma história com aspectos antigos e isso muitas vezes não agrada as pessoas.
Gostei do fato de que passamos a nos importar bem mais com as palavras ao ler o livro, pois entendemos o significado da leitura para Florence.
No mais peço que continue escrevendo maravilhosamente bem, e influenciando as pessoas a pensarem no mundo à sua volta.
Gostei muito do livro, e até hoje indico a quem quer que seja.
Carinhosamente,
Marina

CEMNAS LEITURA disse...

Brumado, 18 de agosto de 2011.

Prezado Samir,

Foi um imenso prazer escrever essa carta para você. Pediram-me para comentar a sua obra “Carpe Diem” e eu, logicamente, aceitei a proposta. O livro é constituído por uma trama policial, e só sabendo disso eu já tinha em mente que o livro deveria ser bastante interessante. A história em si é constituída por uma sequência de fatos que determinam a qualidade da obra. O protagonista Eurico era um jornalista da escola e do nada se depara com um fato de grande repercussão, depois que ele presenciou a cena, a aventura começa, pois eles juntamente com os amigos ficam curiosos e querem desvendar o mistério por trás das pistas.
Na minha opinião, os fatos deveriam conter aventuras distintas umas das outras, porém lá no fundo conter uma ligação, isso para não deixar as coisas óbvias demais para o leitor. O final do livro, que também é o momento clímax, deveria possuir uma surpresa a mais, para desconstruir um pouco a ideia do leitor e fazê-lo lembrar do início, associar os acontecimentos e, por fim, perceber que tudo possui sentido. Essas foram as minha críticas construtivas à respeito desta sua obra, e se por acaso você lançar um outro livro de trama policial, espero poder ter contribuído em alguma coisa.
De seu querido fã,
Luís Eduardo de Assis Rizério

CEMNAS LEITURA disse...

Brumado, 18 de agosto de 2011.


Caro Miguel de Cervantes,


Estive lendo uma de suas obras, “Dom Quixote de La Mancha”. Este livro de sua autoria teve uma boa criatividade, pois conta a historia de um cavaleiro andante que vivia num mundo de sonhos e seu fiel escudeiro Sancho Pança que via o mundo com um olhar realista.
Pena que o fim da historia seja trágica, pois como Dom Quixote foi cada dia perdendo sua riqueza, pagando contas e comprando livros, passou a viver em um mundo de ilusões, e quando chegou ao extremo, a sociedade queimou seus livros para evitar problemas futuros. Morre, assim, o personagem “Dom Quixote de La Mancha”. Só retornou à realidade quando já estava nos momentos finais de sua vida.
Morre arrependido, mas em paz por tê-la feito a tempo.

Abraços,

Gleidson

CEMNAS LEITURA disse...

Brumado, 18 de agosto de 2011.

Prezado Senhor Rick Riordan,

Este é o momento oportuno, para eu demonstrar através da escrita dessa carta todo o prazer que senti ao ler o primeiro livro da série Percy Jackson.
A obra ‘’ O Ladrão de raios’’ é simplesmente extraordinária, fascinante. A história me fez viajar sem sair de casa, viver numa época em que os deuses se comunicavam com seres humanos e vive-versa.
Quando terminei de ler o livro ‘’ O ladrão de raios’’ fiquei pensando: como será viver naquela época?
Receba meus sinceros parabéns e votos que continue a escrever muitas historias que encantam o mundo, assim como me encantou.
Pretendo ler todos os livros dessa série e recomendá-los a quem for realmente amante de uma boa leitura.
Beijos,
Caroline de Cássia

CEMNAS LEITURA disse...

Brumado, 18 de agosto de 2011.

Caro autor Samir Thomaz ,

Estive lendo uma obra sua, Carpe diem, um livro que me motivou a cada dia ler mais e mais.

Carpe diem é um livro interessante que conta a história de um garoto que sonha em ser escritor e com isso seus amigos vão ajudá-lo. Ele edita o jornal literário Carpe Diem, e começa a correr atrás de todos os seus objetivos. O primeiro era fazer uma entrevista com um escritor para publicar no jornal, mas o que ele menos imaginava era que o escritor Bóris fosse assassinado e com isso mostra a tamanha coragem do garoto Eurico e seus amigos, que investigarão a causa de morte.

Gostei muito mesmo, Samir Thomaz. A obra traz uma verdadeira aventura. Recomendo para todas as pessoas que aprovam uma boa literatura. Muito sucesso em suas obras.

Um forte abraço.

Atenciosamente,

Valéria Assis

CEMNAS LEITURA disse...

Brumado, 25 de agosto de 2011.

Querido John Harding,

Em primeiro lugar, quero agradecer-lhe por ter escrito esta obra maravilhosa com um título bastante criativo de A menina que não sabia ler. Esta menina foi e será a vida contada de muitas meninas por ai que não sabem ler nem escrever e como conseqüência disso acabam optando pelo trabalho e outras vão ganhar seu dinheiro praticando coisas ilícitas.
A obra conta que ela era uma menina muito carente, cheia de medos e tomava conta de seu irmão mais novo. Tinha também uma mulher misteriosa que ameaçava seu irmão e por conta disso eles escondiam sempre que ninguém nem o próprio tio deixassem que ela aprendesse ler, certamente para não ter conhecimento de muitas coisas que aconteciam naquela casa.
Essa menina tinha um amor muito grande pelos livros que a encontrava pela frente.
O Senhor está de parabéns por mais uma obra maravilhosa como essa.

Abraços,
Carol Thamires

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